Atacado de papelaria✨
Distribuidor para todo o Brasil📦
Mais de 15 mil lojistas atendidos🤝
Pedido mínimo em Atacado: R$150,00✅
   
O que você procura?
close
close
O que você procura?
Produtos recomendados
Digite algo para buscar
O que você procura?
close
close
O que você procura?
Produtos recomendados
Digite algo para buscar
Atacado de papelaria✨
Distribuidor para todo o Brasil📦
Mais de 15 mil lojistas atendidos🤝
Pedido mínimo em Atacado: R$150,00✅
   
Carrinho

Adicionado ao carrinho

Carrinho

Adicionado ao carrinho

Papelaria personalizada: como começar do jeito certo

Por Equipe Atacado Papelândia··6 min de leitura
Enviar no WhatsApp
Capa do guia de papelaria personalizada, com etiqueta, caderno e caneta em tons de laranja e rosa
Neste guia
  1. O que é personalizar, na prática
  2. Três caminhos para começar sem máquina
  3. Escolhe uma ocasião, não "tudo"
  4. O que comprar do atacado, e em que quantidade
  5. A conta que muda tudo: o valor da sua hora
  6. Regras que evitam dor de cabeça
  7. Portfólio sem cliente ainda
  8. Para fazer hoje (20 minutos)

"Oi! Você faz caderno com o nome da minha filha e o tema de sereia? Preciso até sexta." São 22h de quarta. Você nunca fez, mas diz que faz. Depois passa a noite entre imprimir, cortar, colar e refazer porque o nome da menina saiu torto na primeira tentativa, e na sexta de manhã entrega o caderno por R$ 25,00, sorrindo, achando que fez um bom negócio. No domingo você faz a conta: três horas e meia de trabalho, material, cola, embalagem. O caderno deu mais trabalho do que dinheiro.

Personalizado dá mais trabalho que item de prateleira, e o preço precisa mostrar isso. O problema quase sempre é o mesmo: a conta esquece o seu tempo. Este texto é para quem quer começar sem comprar máquina e com o preço no lugar certo. Vamos por partes.

O que é personalizar, na prática

Personalizar é pegar um produto pronto, quase sempre liso, e acrescentar algo que torna ele da cliente: nome, tema, cores, uma frase. Pode ser uma etiqueta, um adesivo, uma capa, uma impressão. O produto-base vem do atacado. A personalização é o que você faz.

Isso tem uma consequência boa: você não precisa fabricar o caderno. Precisa de bons produtos-base, de uma ideia clara do que vai oferecer e de um jeito simples de executar.

Três caminhos para começar sem máquina

  1. Etiquetas e adesivos feitos por uma gráfica rápida. Você manda a arte, recebe pronto, cola no produto. Zero equipamento. É o caminho mais barato para testar se existe procura.
  2. Impressão em casa, em papel adesivo. Exige uma impressora que você já tem ou uma compra simples. Serve para etiquetas de nome, tags, cartões. Cuidado com a qualidade da tinta e do papel; faça testes antes de vender.
  3. Parceria com quem já tem equipamento. Uma gráfica, uma designer, uma amiga com máquina de corte. Você cuida do atendimento e da montagem, e paga pela produção.

Qualquer um dos três serve para testar com cinco pedidos. Equipamento caro só depois que os pedidos pedirem.

Três cartões com caminhos para começar sem máquina: gráfica rápida, impressão em casa e parceria
Três caminhos para começar sem máquina

Escolhe uma ocasião, não "tudo"

Quem tenta personalizar tudo para todo mundo não acerta nada. Escolhe um tipo de cliente e uma ocasião: festa infantil, volta às aulas, professoras no fim do ano, madrinhas, empresas que dão brinde. Guias de quem trabalha com o assunto, como o da Comunidade Sebrae do Paraná sobre papelaria personalizada para festas, citam festas como um bom ponto de entrada. Se você já tem acesso a mães, começa por aí.

O que comprar do atacado, e em que quantidade

Compra liso e na medida dos pedidos. Cadernos de capa lisa, blocos de notas, agendas neutras, estojos de cor sólida, pastas, canetas de uma cor só e embalagens presenteáveis costumam servir como base. Olha a descrição e as fotos de cada produto para ver se a superfície aceita adesivo ou etiqueta. Por que na medida? Porque o personalizado se faz depois do pedido. Comprar muito liso é o mesmo que comprar muito estoque parado, só que sem o nome da cliente.

Uma ideia: compra de cada base uma unidade a mais do que o pedido, para ter margem de erro. Quando um nome sair torto, você tem outra para refazer.

A conta que muda tudo: o valor da sua hora

Imagina um caderno personalizado assim:

  • Caderno de capa lisa: R$ 14,00
  • Etiqueta de nome e adesivos: R$ 2,50
  • Embalagem: R$ 3,00
  • Seu tempo: 40 minutos. Se você decide que uma hora do seu trabalho vale R$ 15,00, isso dá R$ 10,00.

Custo real: R$ 14,00 + R$ 2,50 + R$ 3,00 + R$ 10,00 = R$ 29,50.

Pela fórmula do texto sobre markup e margem, com 9% de taxas e perdas e margem de 30%, o divisor é 0,61. R$ 29,50 ÷ 0,61 dá cerca de R$ 48,36. Etiqueta: R$ 49,90.

E se você esquecesse o tempo? Custo de R$ 19,50 ÷ 0,61 dá R$ 31,97. A cliente acharia ótimo pagar R$ 32,00. Você teria trabalhado 40 minutos de graça. A diferença, perto de R$ 16 antes de arredondar, cobre os seus 40 minutos e ainda deixa taxas e margem em pé. Os 30% de margem são do nosso exemplo; o guia da Comunidade Sebrae do Paraná também sugere no mínimo 30% sobre custos e tempo de produção. A margem e o valor da sua hora, esses são decisão sua.

Cronometra. Na primeira semana, anota quanto tempo cada pedido levou de verdade. O número vai te surpreender.

Conta de um caderno personalizado: base de R$ 14,00, etiqueta de R$ 2,50, embalagem de R$ 3,00 e tempo de R$ 10,00 somam R$ 29,50, com preço de etiqueta de R$ 49,90
A conta com o valor da hora incluído

Regras que evitam dor de cabeça

  • Ficha de pedido. Nome, tema, cores, quantidade, prazo e uma frase de combinado. Tudo por escrito no WhatsApp.
  • Prova antes de produzir. Manda uma imagem da arte e só começa depois do "ok" da cliente. Nome errado vira prejuízo.
  • Sinal. Pede uma parte do valor na hora, para cobrir o material. Funciona bem para pedidos maiores.
  • Prazo com folga. Soma aprovação, produção e envio, e acrescenta alguns dias.
  • Temas livres. Personagens e marcas têm dono. Prefere cores, flores, nomes, ilustrações próprias ou com licença de uso comercial.
  • Regras escritas. Troca, devolução e atraso em item personalizado dão confusão. Deixa claro antes do pagamento. Para questões jurídicas, pergunta a quem entende.

Imposto e nota fiscal seguem as mesmas regras do restante da sua loja. Fala com a sua contadora.

Portfólio sem cliente ainda

Faz três modelos para você: um de festa, um de volta às aulas, um de presente. Fotografa com a luz da janela (o texto sobre foto de produto com celular mostra como). Esses três viram a sua vitrine até chegar o primeiro pedido.

Se você está começando, faz dois pedidos-teste para amigas antes de abrir para o público. Se já vende papelaria de prateleira, escolhe um item do seu estoque que dá para personalizar.

Para fazer hoje (20 minutos)

  1. Escolhe uma ocasião para começar.
  2. Anota o que você vai oferecer: três itens, não dez.
  3. Decide quanto vale a sua hora, mesmo que seja um número provisório.
  4. Cria uma ficha de pedido no bloco de notas do celular.
  5. Escolhe a base: um caderno liso, um bloco de notas, um estojo.

Para encontrar a base, a gente separou Cadernos, Blocos de Notas, Agendas e Planners, Estojos e Embalagens Presenteáveis. Confere a descrição de cada um antes de comprar. E se a ideia for montar um kit de presente personalizado, a conta do kit também serve aqui.

Hoje, escolhe a ocasião e o valor da sua hora.

Com carinho, equipe Atacado Papelândia

Perguntas frequentes

Preciso comprar máquina de corte ou impressora especial para começar?

Não. Dá para começar com etiquetas e adesivos feitos por uma gráfica rápida ou com a impressora que você já tem, e só depois pensar em equipamento. Compre máquina quando os pedidos pedirem, não antes. Assim o dinheiro fica no estoque que gira.

Como cobrar pelo meu tempo?

Defina quanto vale uma hora do seu trabalho, cronometre quanto tempo leva cada tipo de pedido e some esse valor ao custo do material antes de aplicar a fórmula de preço. Quem esquece essa parte trabalha de graça sem perceber.

Posso estampar personagens e marcas famosas?

Personagens e marcas têm dono, e usar sem autorização pode dar problema. Prefira temas livres (cores, flores, nomes, ilustrações próprias ou compradas com licença para uso comercial) e, na dúvida, procure orientação.

Que itens do atacado servem para personalizar?

Cadernos de capa lisa, blocos de notas, agendas e planners neutros, estojos de cor sólida, pastas, canetas de uma cor só e embalagens presenteáveis costumam servir. Olhe sempre a descrição e as fotos de cada produto para ver se a superfície aceita adesivo, etiqueta ou impressão.

Qual prazo devo dar ao cliente?

O prazo que você consegue cumprir com folga. Some o tempo de aprovação da arte, de produção e de envio, e acrescente alguns dias a mais. É melhor entregar antes do que pedir desculpa.

Continue lendo

Ver todos os artigos

Atualizar cadastro
×